29ª Bienal

29 set

Maria Fernanda Marques Bismarchi

A exposição se chama 29ª Bienal, nela tem muitos artistas, portanto escolhi algumas obras pelas quais mais me interessei.Uma delas é do artista Henrique Oliveira e o nome da obra é “A origem do 3º mundo”.

A Bienal desse ano trouxe artistas que estão fazendo arte criticando a politica, como por exemplo as obras de Gil Vicente, que são desenhos dele assassinando o Lula, o Fernando Henrique Cardoso entre outras pessoas que são ligadas à polita, ou também os urubus de Nuno Ramos, onde estão os urubus possui caixas de som tocando música, como por exemplo Bandeira Branca. O espaço é muito grande, portanto para ver toda a exposição você tem que ter o dia inteiro para poder explorar as maravilhas que os artistas exporam.

Eu achei muito legal, algumas obras se destacam dentre todas; o diferencial dessa exposição é que são vários artistas e além disso não possui apenas pinturas ou esculturas. Alguns artistas colocaram filmes, recortes de jornais, entre outras coisas diferentes. O que eu achei mais interessante é uma caverna feita de madeira grampeada, ou seja, são vários retalhos de madeiras juntados, você pode entrar na obra, e ela é como se fosse uma caverna com um labirinto dentro, porém quando você sai da caverna você percebe que a saída do labirinto é como se fosse a vagina, ou seja, o artista Henrique de Oliveira quis que essa caverna fosse o ultero de uma mãe, por isso do nome “A origem do 3º mundo”.

Outra obra que eu gostei foi da artista iraniense Monir Shahroudy Farmanfarmain

Os urubus de Nuno Ramos

E também os desenhos de Gil Vicente

Horários de funcionamento
De 2ª a 4ª feira das 9 às 19h
5ª e 6ª feira das 9 às 22h
Sábado e domingo das 9 às 19h
(entrada admitida até uma hora antes do fechamento)

De 25 de setembro a 12 de dezembro

Parque do Ibirapuera · Portã​o 3
Pavilhão Ciccillo Matarazzo  (Pavilhão da Bienal)
São Paulo · SP · Brasil
Entrada gratuita

site da 29ª Bienal: http://www.29bienal.org.br

MIS – Museu da Imagem e do Som

29 set

2. Gabriela Weitbrecht

3. Maldicidade -Marco Zero

4. Eh uma exposição de fotografia com imagens, vídeos e instalações do cotidiano urbano, que criam um ambiente de poesia.É composta por mais de 40 fotografias, em grande parte inéditas, captadas entre 1970 e 2010. As imagens mostram uma variedade de cenas urbanas encontradas ao redor do mundo, como América Latina (Cuba, Lima, Bahia etc), Estados Unidos (Nova York) e Ásia (Tóquio). Além das fotos, a exposição apresenta três vídeos (Túnel, Caveirinhas e Peep Show) e a instalação Ofélia, constituída por uma impressão fotográfica translúcida, vista através de néon, de alguns parabrisas de automóveis garimpados em ferro velho e de outros objetos presos por ímãs.

5. A exposição possui fotos das quais mostram detalhes do dia-a-dia que geralmente “passam batido” na vida das pessoas. O fotografo consegue retrata-las, dando significado e uma certa importância para pequenos, mas coloridos detalhes. Muitas vezes passamos em frente a imagens e situações, que recortadas por uma visão artística de um fotografo, as tornam verdadeiras obras de arte.

6.

7.  Avenida Europa, numero 218, Jardim Europa, São Paulo, SP. Abertura: 31 de agosto, terça, as 19:00.

Visitação: Museu da Imagem e do Som. Primeiro andar, do dia 1 de setembro ao 31 de outubro de 2010. Terça a sábado das 12:00h as 19:00h. Domingos e feriados, das 11:00h as 18:00h. Preço: 4R$ e 2R$ (estudantes); gratuito aos domingos e aos maiores de 65 anos de idade.

link: http://www.mis-sp.org.br

Museu Paulista da USP

22 set

1.Eu

2.Vinicius Capuzzo Luconi

3. OFÍCIO DE ALFAIATE: a bancada de ROLDÃO DE SOUZA FILHO

4. A exposição mostra alguns tipos de roupas que Roldao fez em sua vida, mas nao mostra somente as roupas, mostra tambem as máquinas de costura, réguas, tesouras, os moldes de papel de seus clientes, os ferros de passar e as colchas de retalhos com amostras de tecidos utilizados por ele em suas confecções. Roldao começou a trabalhar com 16 anos em 1947.

5. A exposiçao nao é muito grande, porém da para ter uma noçao de como era feito o seu trabalho e a dificuldade que ele deveria ter, pois nao havia tanta tecnologia. Fora isso, no museu nao tem somente essa exposiçao, há outra exposiçoes como, por exemplo, uma Ala Historia do Imaginario e Ala Cotidiano e Sociedade, onde mostram a vida social e obras de São Paulo nos sec. 19 e 20.

6. Não podia tirar fotos no museu.  Foto da internet :

7. Onde: Parque da Independência s/n – IPIRANGA.

Quando: terça a domingo, das 9 às 17h00

Até quando:  07 de novembro de 2010

Link relacionado: http://www.mp.usp.br/exposicao/expo_temp.html

Graffiti Fine Art

22 set

 

Carla Mello

Local: Museu Brasileiro da Escultura (Mube). Rua Alemanha, 221. Jardim Europa.

Duração: de 3 de setembro a 3 de outubro de 2010.

Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas.

Site: www.graffitifineart.blogspot.com

Uma exposição com 65 obras de graffiti, de diferentes estilos, técnicas e conceitos representadas por artistas nacionais e internacionais, onde estarão disponíveis durante o mês de setembro  os artistas pintando ao vivo.

Pretende chamar a atenção da sociedade do que está acontecendo nas ruas das grandes metrópoles.

O graffiti surgiu em NY na década de 1970. Varreu o planeta, com um estilo particular, associado ao hip hop e aos jovens bairros pobres da cidade. Através desse movimento, os jovens passaram a trocar informações, se desenvolveram, abraçaram o mundo com uma estética e estratégia de conquista de espaços jamais vista antes.

Cada artista tem seu estilo, por exemplo: psicodélico, abstrato, wild style, throw-up, peace, 3D, entre outros. Alguns dos artistas da exposição são: Akuma, Bonga, Cern, Dmote, Izolag, OPNI, Trampo, entre outros.  A maioria assina o apelido ao invés do nome.

Gostei muito do colorido, dos assuntos polêmicos retratados e da individualidade e estilo único de cada grafiteiro. Tudo é muito detalhado e tem uma forma que dá impressão de movimento muito interessante e que prendeu minha atenção durante muito tempo. Achei as obras muito instigantes, por trás de cada uma tem curiosidades diferentes que pode ser desvendado através dos desenhos retratados. O lugar é muito confortável e tranquilo, as obras estão perto uma da outra. A obra que eu mais gostei foi a número 5, por retratar de um assunto polêmico. Além disso, achei muito interessante essa aproximação do grafiteiro com as pessoas, pintando suas obras onde ao mesmo tempo o público pode estar presente podendo acompanhar o processo.

1)

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Algumas das obras:

1) 3 trabalhos diferentes com grafiteiros diferentes de origens distintas e que acabaram se juntando e parecem 1 trabalho só. Os artistas são respectivamente: Belin, Saile e Graphis.

2) Obra que tem uma linha do tempo e cada imagem e assinatura está localizada conforme cada época de cada artista.  Todos os artistas que participaram da exposição assinaram, e quem teve a idéia dessa obra foi o Walter Nomura (Tinho).

3) Representa um acidente que já aconteceu. O artista pintou na mesma rua onde ocorreu esse acidente. Além disso, estão espalhados pelas obras frases tiradas dos jornais que representam os acontecimentos diários. O artista dessa obra é o Walter Nomura.

4) Carro pintado. Foi colocado um adesivo cobrindo o carro e graffiti em cima dele. Quer mostrar as outras formas de fazer grafite além das paredes. Artista: Nick.

5)  Ronald com a manta de Nossa Senhora. As crianças estão numa espécie de tabuleiro de xadrez. Retrata a questão do imperialismo. Artista: Ozi.

Tereza D’amico: Trabalhos 1957-1965

16 set

1.

2. Murilo Moneo

3. Thereza D’amico: 1957 – 1965

4. A exposição contém cerca de 30 obras, entre elas colagens, guaches, cerâmica e desenhos da artista. Seu trabalho foi muito infuenciado por uma viagem feita à Bahia, onde descobriu um encanto pelas religiões africanas e afro-brasileiras.

5. A artista faz um trabalho bem diferenciado utilizando, principalmente, de colagens não só de papel mas de objetos como grãos, pedras e etc. Esse recurso transmite uma sensação de vivacidade nas obras, dando certo movimento, além de possuir cores bem vivas, que acabam por atrair quem está por perto.

6.

7. Quando: Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h.

Onde: Pinacoteca do Estado de São Paulo, Praça da Luz, 02

Até quando: 2 de outubro de 2010.

Links Relacionados: http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?c=exposicoes&idexp=329&mn=100

Imagens do post anterior

15 set

Gente, voces conseguem ver as imagens? Vou tentar colocar de novo respectivamente:

Tékhne

15 set

*

Maria Vitória Melo.

Tékhne, vários artistas.

A exposição chama-se Tékhne, trata-se de uma mistura da história da arte (na qual a FAAP é pioneira) e também maravilhosas obras que mexem com técnologia, som, imagem, entre outros. Além disso, também temos acesso a pinturas, livros, internet, entre outros.

Acredito que de todas as exposiçoes que eu já vi na FAAP, a Tékhne e a Memórias Reveladas (exposição em frente a Tékhne) foram as que mais me chamaram atenção. O modo pelo qual os artistas buscaram expor a história da arte plástica e também as obras, é fascinante. A presença do visitante é essencial, podemos mexer em algumas obras, ouvir, andar sobre, etc… A obra de arte que mais me chamou a atenção, foi o quadro de Marcio Zanini, Atelier de Santa Helena, de 1942 feito com oleo s/ tela; trata-se de um atelier antigo, com tintas, obras, mesas, cadeiras, etc.

Algumas imagens retiradas da internet presentes na exposição:

A primeira trata-se de uma sala redonda na qual nos posicionamos ao centro e deve-se assoprar os vidrinhos pendurados no teto; a luz reflete neles fazendo com que a sala se “movimente”. A segunda obra é feita c/ pequenas letras, porém, de longe, aparenta ser uma pintura normal.

Esta obra custa tempo para ser desvendada; o que enxergamos é um pedaço de algodão na qual um projetor passa a imagem da água (verde) e do próprio artista nadando nu.

*Essa foi a única imagem que eu consegui pois os seguranças da exposição Tékhne não permitiram fotos.

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